Refluxo persistente
A queimação volta sempre que o omeprazol é suspenso. Tosse seca, rouquidão e dor torácica não cardíaca podem ser sinais associados.
Consulta e acompanhamento terapêutico com gastroenterologista formado pelo HC-FMUSP e doutor pela USP.
01O que leva à consulta
Refluxo que retorna ao parar o IBP. Diarreia crônica sem causa identificada. Engasgos ao engolir. Diagnósticos genéricos sem desfecho. A investigação digestiva exige escuta clínica, contexto e exames bem indicados.
A queimação volta sempre que o omeprazol é suspenso. Tosse seca, rouquidão e dor torácica não cardíaca podem ser sinais associados.
Engasgos com alimentos sólidos, sensação de bolo na garganta, alergias alimentares na infância. Possíveis sinais de esofagite eosinofílica.
Distensão, alternância entre constipação e diarreia, dor abdominal recorrente sem causa orgânica clara. Quando investigar SII e doença celíaca.
Quando outros especialistas não identificaram a causa. Segunda opinião com perfil acadêmico para revisar a história e os exames já realizados.
02Quem conduz
Sou gastroenterologista e endoscopista. Minha residência e doutorado foram feitos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, referência nacional em aparelho digestivo.
Atendo adultos com queixas que exigem investigação aprofundada: doença do refluxo gastroesofágico, esofagite eosinofílica, gastrite, úlcera, distúrbios de motilidade gastrointestinal, diarreia, constipação, doenças inflamatórias intestinais, doença celíaca, pancreatite, intolerância a lactose, síndrome do intestino irritável, pólipos intestinais, doença diverticular do intestino, supercrescimento bacteriano do intestino delgado (SIBO), esteatose hepática…
Acessar Currículo Lattes Editor chefe do portal médico Gastropedia03O que conduzo
Azia, regurgitação, sensação de refluxo, tosse crônica e rouquidão podem estar relacionados ao refluxo gastroesofágico. Casos persistentes ou refratários ao tratamento exigem avaliação individualizada, com exames como endoscopia, pHmetria, impedâncio-pHmetria e manometria esofágica quando necessário.
Doença inflamatória do esôfago frequentemente associada a dificuldade para engolir, impactação alimentar e sintomas semelhantes ao refluxo.
Alterações do funcionamento do esôfago que podem causar dificuldade para engolir, dor no peito ou sensação de alimento parado. Investigação com manometria esofágica de alta resolução e definição do melhor tratamento para cada caso.
Avaliação de gastrite, úlceras e infecção por Helicobacter pylori, com tratamento direcionado conforme os sintomas, achados endoscópicos e resultado das biópsias.
Investigação de doença celíaca em pacientes com sintomas digestivos, anemia, distensão abdominal ou alterações nutricionais.
Distúrbio do eixo cérebro-intestino que pode causar dor abdominal, distensão, excesso de gases, constipação, diarreia ou alternância do hábito intestinal.
Acompanhamento de doença de Crohn e retocolite ulcerativa, com foco em controle da inflamação, melhora da qualidade de vida e prevenção de complicações.
Avaliação da gordura no fígado. Acompanhamento clínico voltado ao controle metabólico, perda de peso e prevenção da progressão da doença.
04Agendamento
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